MENSAGENS: www.ieqlimeira.com.br - Igreja do Evangelho Quadrangular de Limeira-SP.


ASPECTOS DA VIDA DE JESUS QUE CAUSAM ADMIRAÇÃO

Passagem Bíblica: Mateus 4.17-25
Memorizar: Lucas 3.22

Introdução

Jesus veio ao mundo para cumprir um plano muito especial de Deus, com relação à Humanidade. Deus sentiu prazer nas atitudes de Jesus. Ele mesmo o disse. Deus se sente atraído quando observa que Seus filhos praticam boas ações e atitudes imitando o exemplo que Jesus nos deixou.

JESUS, O HOMEM DE DEUS

Para muitos de seu tempo, Jesus era uma incógnita. Ele despertava, com a mesma intensidade, ódio e amor. Era odiado pelos poderosos políticos  e religiosos, mas amado pelos necessitados, doentes, pobres, pelos pecadores, sem diferença de classe social (Mateus 9.11-12) Jesus foi o grande marco na história da humanidade.  Séculos e séculos antes de Seu nascimento, já se falava d’Ele, de Seu nascimento, sacrifício e morte (Salmo 22).
Jesus, O Filho de Deus

No Evangelho de João, principalmente, Jesus é apresentado como o Filho de Deus (João 1.1) João apresenta a divindade de Jesus sob os títulos: o verbo (João 1.1-3). Ele existe desde o princípio. Ele mesmo declarou de Si mesmo: “ Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse eu sou.” João 8.58, provando assim Seu aspecto eterno. Quando, já no início da criação, Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” – Gênesis 1.26, Jesus estava presente como integrante da Trindade.
Ele é a luz do mundo (João 1.4-13 – A luz é um dos elementos essenciais à vida humana, bem como a água e o alimento. Jesus comparou-Se a esses três elementos, dizendo: “Eu sou a luz do mundo” (João 8.12); e também o “sol da justiça” (Mateus 4.10,13-14) e “pão da vida” (João 6.35). o cordeiro de Deus (João 1.29) – Ele foi reconhecido como o “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Somente Deus tem esse poder de libertar o homem do jugo do pecado (João 1.31-33).
Reconhecido como Messias (João 1.41). André, um dos discípulos de João, seguiu Jesus, e depois de passar o dia com Ele, ao encontrar seu irmão Simão, declarou-lhe: “Achamos o Messias”, reconhecendo, assim o Cristo, filho de Deus.

Jesus Declara Sua Deidade

Ele declarou a glória de Deus em Si mesmo, quando disse: “Eu e o Pai somos um” (João 10.30). e “Quem vê  a mim, vê  o Pai.” (João 14.9). Em certa ocasião, quando ensinava na sinagoga, ao ler no livro do profeta Isaías (Isaías 61.1), declarou que aquela escritura referia-se a Ele próprio (Lucas 4.16-21).

Jesus, O Filho do Homem

O próprio Jesus usou esse título várias vezes referindo-se a Si mesmo. Esse título tanto se refere à divindade como a humanidade de Jesus. Jesus possuía todas as características do ser humano, todas as limitações físicas como os demais. Sentiu cansaço (João 4.6); sede (João 19.28); fome (Mateus 14.11); ansiedade, tristeza, angústia (Mateus 26.37) e, até experimentou a morte (João 19.30).

ASPECTOS QUE SE DESTACAM NA VIDA DE JESUS

Jesus impressionava as multidões, não por Sua beleza física ou por porte atlético. Ele impressionou pelos muitos milagres operados, Sua compaixão pelos pobres e sofredores, Sua autoridade quando exortava escribas e fariseus, ou Sua humildade quando lavou os pés dos discípulos.
Seu Amor Incondicional

Cristo amou incondicionalmente a humanidade, sem distinção de raça, cor, nível social ou mesmo religiosidade. Demonstrou amor pelos perdidos – O encontro de Jesus com a mulher samaritana admirou até os Seus discípulos (João 4.7-30). Havia preconceito entre esses dois povos. Jesus não levava em conta os preconceitos humanos quando se tratava de uma alma necessitada de ajuda. Outro caso que chocou os judeus foi a atenção dada por Jesus a uma mulher adúltera (João 8.1-11). Demonstrou amor pelos enfermos – Qualquer pessoa que se aproximasse de Jesus precisando de cura, Ele prontamente
atendia. Uma das piores doenças da época era a lepra; de acordo com a lei, o leproso tinha de afastar-se da sociedade e passar a viver isolado. Mas, a Bíblia menciona, mais de uma vez, Jesus se aproximando de pessoas leprosas e curando-as (Marcos 1.40-42; Lucas 17.12-19). O amor pelos perdidos – Um sentimento, até então restrito à nação de Israel, atravessou as fronteiras da desigualdade e alcançou também os gentios (Mateus 11.28-30). João, reconhecendo a superioridade do amor de Jesus, escreveu: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.” João 15.13. Paulo, igualmente, afirma: “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando-nos assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram” (II Coríntios 5.14). Em outra parte esclarece que Cristo morreu por nós ainda pecadores (Romanos 5.4). A graça incomparável de Jesus é sem limites. Entendemos, neste caso, como graça, as qualidades excepcionais de alguém, que despertam a simpatia de outrem. Jesus possuía tal virtude. Ele estava sempre cercado pelas multidões que se maravilhavam com Seus feitos e não se cansavam de ouvi-Lo (Mateus 4.25). Sua autoridade inquestionável – Jesus não teve dificuldades em ensinar o plano de salvação para a humanidade porque Sua autoridade era indiscutível. Satanás tentou minar a autoridade do Mestre oferecendo-Lhe coisas que não lhe pertenciam (Mateus 4.1-14). A autoridade sempre está ligada ao poder. O poder relacionado à força – As hostes espirituais da maldade sempre quiseram apropriar-se dos corações indefesos. Os demônios, porém, permaneceram sob o domínio do Todo-Poderoso e reconheceram o poder do Senhor dos céus e da terra (Marcos 3.11). Jesus tem também autoridade e força sobre o pecado. (Marcos 3.11). Jesus tem também autoridade e força sobre o pecado (Marcos 2.3-5,11). O poder relacionado ao conhecimento – Na lei do conhecimento, ganha quem sabe mais. Os fariseus e os saduceus tentaram, de todas as formas, vencer Jesus pelo conhecimento, porém, sempre foram derrotados (Mateus 22.15-22). Jesus sempre teve respostas sábias que deixavam os seus interlocutores enfurecidos (Mateus 22.34-40).  O poder relacionado à autoridade prática – Ao contrário dos fariseus e saduceus, Jesus praticava e vivia aquilo que ensinava. Por essa razão, a multidão se admirava dos Seus ensinamentos e aceitava a Sua doutrina (Mateus 7.28,29).

Tentativa para desviar os objetivos do Mestre

Tres foram os personagens que serviram de instrumentos para tentar devia-Lo dos Seus objetivos: Primeiro, o diabo – Esse inimigo tentou fazer Jesus adora-lo prometendo-Lhe
Os reinos deste mundo (Mateus 4.1-11). A fraqueza dos discípulos – Às vezes, os inimigos atrapalham os nossos objetivos. Isso também aconteceu num momento de fraqueza de Pedro que era muito amigo de Jesus. Ele quis dissuadir o Mestre de continuar buscando Seus objetivos (Mateus 16.22). A fraqueza humana – Lá no Jardim Getsêmani, Jesus sentiu-se impotente diante daquele “amargo cálice” que deveria beber, isto é, todo o sofrimento que sobreviria a Ele por ter-Se colocado como réu em nosso lugar. Ele chegou a pedir, em oração, que o Pai passasse d’Ele aquele cálice de aflição. Mas Ele não estava só. O Pai estava COM Ele encorajando-O e para a nossa vitória Ele fez outra oração:
“Todavia não seja feita a minha vontade” Glória a Deus! Quanta firmeza em Seus propósitos.
A natureza humana não prevaleceu – Talvez o momento mais difícil foi o da crucificação, quando aqueles homens que se diziam tão religiosos, os fariseus e doutores da lei escarneciam d’Ele, e com isso insinuavam
O povo a fazer o mesmo (Mateus 27.39-43.

O poder relacionado ao conhecimento

“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”  Lucas 19.10. Ele resistiu a todas as adversidades e alcançou a vitória.Jesus cumpriu a Sua missão de libertar o homem da sua escravidão do pecado. Nada O desviou do Seu objetivo. Ele foi firme na Sua decisão, porque o Seu amor pelas criaturas foi mais forte do que qualquer obstáculo que aparecesse.

CONCLUSÃO

Toda a vida de Jesus aqui na terra foi repleta de motivos que nos chamam a atenção e despertam a nossa admiração. Ele viveu realmente no mundo como homem, sujeito a todas as fraquezas humanas, mas teve a graça divina para não se contaminar com o pecado.